quinta-feira, 2 de junho de 2011

PROSA POÉTICA

Não, eu não vou me prender dinovo. Sim, eu espero nunca precisar do seu socorro. Talvez, eu Viva dias sem você e não morro. 

Poderia ser viciado em cafeína. Viver louco atras de cocaína. Tomar litros de morfina ou sei lá, cheirar querotina.Hoje eu quebrei a rotina. Pensei em você no calor matina, de tarde comi uma gostosa argentina e de noite peguei várias numa festa fina.

O problema é a dependência física, emocional e a psíquica: te destroi inteiro sem deixar faísca, imploro: fica. Penso em você da noite para o dia. Quero me aquecer com a sua mão fria. Preciso saber porque seu "foi" virou um "ía". As vezes você nem acredita mas eu clamo por sua companhia

Eu percebi que você não é minha filha. Sempre soube ques um dia discobriria. Não quero mais saber da sua vida. Eu não faço "a maldita". Não é o fim, mas é despedida de uma vida complexa e aflita, só que a minha e a sua estão mista. Quando me ver vivendo, não paralisa

E por quê sofrer se já sabia?

3 comentários:

  1. CARA! EU TE AMO! VOCÊ É FODA!

    ResponderExcluir
  2. tem gente q te ama! hahaha, muito bom, essa prosa poetica....um requinte Lispecqteriano! neologismo total rs

    ResponderExcluir
  3. mais um? ô jaah ¬¬ //aé o texto? Confuso e explicativo pelo prorpio titulo e por isso mesmo na medida! mudanças na forma de escrever...gosty :)

    ResponderExcluir

Não hesite em postar, eu gosto.