segunda-feira, 11 de julho de 2011

FUTURO DO PRETÉRITO

As vezes eu me pego pensando naquilo que era(mos).
Apenas pessoas querendo se divertir e descobrindo sensações desconhecidas até então. Vai ver existem mais amizades desse tipo por aí, eu desacredito.

A gente não ligava de descer todo dia a mesma rua, de atrasos de três horas, de frio, calor e nem mesmo o cheiro de bolor de casebres mau frequentados, Não ligava de cuidar uns dos outros, bêbados e muito menos de se deixar cair, não tínhamos medo das mentes medíocres que a sociedade atura; é... Eu sozinho não enfrentaria um décimo do que eu enfrentei com vocês e hoje eu não sei, mas acredito que vocês pensam (ou pensavam) assim também.

Já experimentaram ver o nosso caso como uma novela ou um filme? acaba com qualquer vídeo de Quentin Tarantino ou texto de Gloria Perez. E olha, se eu não tivesse vivido, não acreditaria.

Não quero escrever esse texto de forma poética ou bonita, quero escarrar mesmo. Quero fumar num lugar fechado e sem janelas, pra poder relembrar dos nossos momentos que já fazem parte de um passado distante, mesmo que tenha sido ontem. Acabamos nos perdendo no tempo / espaço dessa estrada cheia de curvas repentinas e buracos tenebrosos.

O engraçado é que não teve um motivo concreto para chegarmos ao fim.
Tá, até nós mesmos sabíamos que não seria para sempre. Aliás, não sei como durou tanto.

Hoje eu só quero ser feliz, e estou vivendo em função disso.
Hoje eu desejo que vocês sejam felizes e vou sorrir com cada sorriso de vocês, mas não quero chorar a cada choro, assim como não quero compartilhar as minhas lágrimas.
B'Day alá nevermind.

Poderia ter sido tudo diferente e eu não sei como seria hoje.
Mas hoje eu decidi excluir os ias da minha vida.

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